Hoje me deu vontade de bater um papo sobre o MEU #ProjetoVerão.

Projeto Verão é um termo muito comum utilizado sobretudo no final do ano, onde corre-se atrás em fazer dieta e exercícios (academia fica lotada), a fim de estar com um corpo ˜ok (?)˜ para curtir as férias e feriados prolongados de Natal e Ano Novo. Muita gente curte uma praia e usa roupas leves e mais curtas (corpo fica mais à mostra) porque a ocasião e (teoricamente) o clima pede. Normalmente esse projeto se estende até o carnaval.

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Segundo algumas pessoas, Marilyn (que estava linda) precisava fazer #projetoverão.

Eu não critico, não taco pedra, nem tampouco elogio quem faz projeto verão. Eu mesma me animei e entrei em dois grupos de projeto/desafio este ano. O intuito de entrar nos grupos nem foi o de colocar um biquíni e desfilar pela praia, e sim para dar uma secadinha e me preparar para o Natal, diga-se de passagem, nuuuuunca vou me privar de comer as coisas gostosas que tem na ceia. hahahah
Mas tudo por aqui apertou, vivo cansada (talvez tenha que ver novamente a tireóide), ando com a maior dor no joelho (até parada) e achei melhor não me regrar em mais uma coisa. Falta de foco? Você pode achar que sim, mas não vejo por este ponto.

Já fiz Projeto Verão e acho legal quando serve como um incentivo para procurar comer melhor e sair do sedentarismo. Quantas vezes começamos hábitos novos por um motivo X e o levamos para a vida por entender que aquilo faz bem?

Ex: comecei a correr por ordens médicas (precisava emagrecer rápido). Sabemos que a corrida é uma das melhores atividades para secar e no início fixei bem nisso, mas peguei gosto pela atividade e continuei simplesmente porque me faz bem. Entende?

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Saudades de correr

Adquirir hábitos saudáveis e mais conscientes deve acontecer de forma gradativa, SEM NEURA (você vai ler muito essa palavra por aqui), sem se machucar ou criar falsas expectativas. Não é achar que se a Angel da Victoria’s Secret, a modelo capa da revista X, ou a blogueira/Iger fit conseguiram aqueles corpos em “dois tempos”, também conseguiremos. Não estou dizendo que não somos capazes, só que não podemos ignorar alguns fatores como: biotipo, genética, estado de saúde, tratamentos estéticos e nem os Photoshops da vida.
Se for para se inspirar em alguém, pelo menos que seja uma pessoa real e procure conhecer pelo que ela passa/passou. Somos únicos, sendo assim: corpo único, organismo único, problemas (sim!) únicos, fase de vida única…
E foi o item “fase de vida” que me fez desistir dos dois grupos de Projeto Verão. Por isso afirmo que não é falta de foco. Temos que reconhecer quando é preciso, saca?

Precisei do momento “chutar o balde” e chutei feliz da vida. Tenho batido pratões de arroz com feijão, comido bastante carboidrato (carbo é vida! kkk) e porcarias.
Engordei? Sim, claro!
Isso vai me impedir de me esbaldar na Ceia? Jamais!
Sabe por quê? Porque não faço disso uma regra, o meu estilo de vida. Amo comer bem e levar pra dentro do corpo coisas boas. Amo cuidar da saúde, só me permito ter momentos como este sem sentimento de culpa. Em janeiro volto para minha rotina normal. ❤

Ser uma pessoa focada, não é sinônimo de ser uma pessoa bitolada. Equilíbrio é tudo na vida. 😉