Vira e mexe levantamos a bandeira de que temos que brigar SIM por um mundo mais igualitário. Seja no esporte, em casa, no trabalho… e é falando sobre isso que alertamos e incentivamos cada vez mais gente a entender a importância que o feminismo tem para o mundo. Por isso gostamos tanto da discussão levantada semana passada pelo UOL Esporte em conjunto com as ONGs Think Olga e AzMina, soltando um vídeo por dia com depoimentos de mulheres atletas, ex-atletas e técnicas profissionais sobre problemas e barreiras que enfrentam para praticar o esporte que amam. Os vídeos são ótimos, rapidinhos de assistir e fazem qualquer um pensar MUITO:

O último vídeo da série ainda não está no canal deles no youtube, mas você pode assistir através desse link.

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Algumas dicas do Manual. 😉

Além dos vídeos, rolaram várias matérias sobre as mulheres no esporte e situações absurdas que passamos, incluindo um maravilhoso manual didático de como não ser machista em contextos esportivos. Todo o conteúdo é um tapa na cara de quem acha que homens e mulheres atletas tem os mesmos tratamentos e oportunidades. Lembra quando falamos sobre a diferença de salário e premiações entre as categorias masculinas e femininas? Ou então, que tal os desejos de que Joanna Maranhão fosse estuprada depois de sua eliminação na Rio 2016? Pois é. A mudança tem que vir de todos os lados: dos clubes, das empresas patrocinadoras, dos atletas, do público e, inclusive, da mídia. Hoje não pude deixar de ver as várias amigas compartilhando essa matéria com títulos machistas em matérias sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016.

O site também incentivou as mulheres que praticam esporte (profissionalmente ou não) a compartilharem momentos e absurdos a que foram submetidas por conta do machismo, usando a hashtag #QueroTreinarEmPaz. Tem cada história que é de virar o estômago, nesse link você pode ler algumas.

Temos muito o que melhorar, muito pelo que lutar e muito a aprender. Só falando e fazendo barulho que podemos dar voz aos absurdos pelos quais o machismo nos faz passar.