Desde ontem estou fuçando e mexendo aqui no blog para dar uma arrumada no layout. Agora que Erica e Carô, infelizmente, não estão mais dedicadas ao AD, resolvi dar uma organizadinha e passar a informação atualizada para quem chega por aqui.

Bom, sentei para escrever um pouco no “sobre mim” e aí me veio a ideia de escrever sobre mim de verdade. Contar um pouquinho da minha história para quem aparece por aqui e para, quem quiser, entender como cheguei até aqui.

Primeiramente, eu acredito que as pessoas são mutáveis. Principalmente quando elas querem. E eu sempre quis, sempre gostei de experimentar várias facetas, até porque enjoava de algumas ou simplesmente acordava achando que aquilo não estava certo e não deveria mais portar-me de certa forma. E foi assim, sempre querendo mudar uma coisa aqui e outra ali que fui construindo meu eu atual (que pode não ser o mesmo de daqui a alguns anos – e espero que não seja mesmo).

Minha primeira infância aconteceu toda na praia, à beira-mar da praia de Boa Viagem, em Recife. Desde pequena via os surfistas na praia, assistia “Armação Ilimitada” e viajava com o dia que seria bodyboarder. Aí está a primeira lembrança que tenho sobre gostar de sonhar, sem tomar as atitudes necessárias para transformar em realidade. Hoje me pergunto: por que eu nunca tive uma prancha quando era pequena? Por que nunca fui atrás, mesmo que com 6/7 anos, de surfar já que tanto queria? Não sei. Não tenho nenhuma memória de ter pedido uma prancha para o meu pai e ele ter dito não. Acho realmente muito difícil disso ter acontecido, já que meu pai sempre foi incentivador de práticas esportivas. Tenho pra mim que era vontade de sonhar, para simplesmente sonhar.

Essa época da vida, era maravilhosa. Minha infância foi muito boa, do jeito que muitas crianças iam gostar de passar: na beira da praia, sem problemas, sem grandes necessidades…anos 80, a melhor década de todas 🙂

Glenda Koslowski