Vou aproveitar a vibe de mãe em casa com as crianças nas férias + verão e seguindo a linha do post da semana passada, resolvi fazer mais um post juntando esse combo que amo de paixão 😉

Hoje eu vim falar sobre o acessório inseparável das meninas na hora de tomar sol: a camisetinha com proteção solar. Por que é meu item inseparável? Porque eu chego na praia ou na piscina e gosto de ter o mínimo de trabalho possível #prontofalei e quando falamos de crianças, a gente sempre se preocupa com alguma coisa, então eu sempre escolho as opções mais práticas para eu ter um minutinho de sossego, hahahaha.

Brincadeiras à parte, eu morro de medo de tostar as meninas no sol e ficar chamando para passar protetor o tempo todo é uó, tanto para elas quanto pra mim. Então é só enfiar a camisetinha, passar protetor no rosto e nas pernas e fim. Ah! Tem que passar protetor solar no vão que fica entre os cabelos quando amarramos pra não tostar o couro cabeludo.

rebeca-camiseta-uv

Rebequíssima com a camisetinha da Tribord herdada da Rafa

Existem várias opções dessas camisetinhas no mercado, mas as que uso são as de manga longa da Tribord, marca comercializada e desenvolvida pela Decathlon. Isso não é um publipost (de verdade!) e explico as razões de usar essa marca: preço super acessível, durabilidade, fácil de encontrar e proteção UPF 50+. Procurei em vários lugares essas camisetinhas para comprar antes de ir na Decathlon e só lá achei opções por menos de R$ 100,00 (se vocês souberem de outros lugares com preço bom, deixa a dica aê nos comentários). E sobre usar manga longa: tenho medo de tostar o antebraço delas :/ Outro ponto: sempre compro a camisetinha um pouco maior, assim não fica agarrando o corpinho e incomodando a cria.

camisetas-uv-tribord-infantil

O único problema que tenho encontrado recentemente é que às vezes a Rafa não vê as crianças usando camiseta igual a ela e pede para tirar, a gente tira um pouquinho e como a Rafaela é boa de conversa a gente explica e ela logo coloca de novo. Outro ponto: quando chegamos na praia/piscina antes das 10:30 eu deixo elas um pouquinho sem a camiseta para tomarem um solzinho e ajudar na produção da Vitamina D.

Então, mamães que amam tomar um sol com um pouquinho de sossego, camisetinha das crias 🙂

 

 

juliana

35 anos, Paulistana de coração há 14 anos. Analista Financeiro, mãe de 2 lindezas. Já treinou Vôlei, Tae Kwon Do, tentou natação, judô, tem a...

>> Veja mais posts dessa autora

Na primeira parte falei sobre alguns passos para começar a ter uma vida mais saudável, termo que, diga-se de passagem, está em alta. Seja nas redes sociais, grandes portais, na TV, revistas, boca do povo, nunca se falou taaaanto sobre essa tal ‘Vida Saudável‘ ou ‘Estilo de Vida Saudável‘.
Pra mim ter uma vida saudável vai muito além de viver de dieta, contar calorias ou ser alocka da ‘cadimia’. Nananinanão, é buscar melhorar em todos os sentidos. É procurar ser uma pessoa mais leve: no corpo e no espírito. 🙂

* Sendo assim, antes de começar este post, peço que leiam a parte 1. Para acessar clique AQUI.

vida-saudavel-2

Vida saudável envolve muito mais do que exercícios e contagem de calorias. Imagem:
mulher se exercitando no chão, by Shutterstock

Leu? Então vamos à segunda parte.

Está tudo bem contigo e tem o aval do médico? Chegou o momento de escolher uma atividade física ou A.F.
Aqui vale novamente a regra dos testes: se não curtir a primeira, tenta uma segunda, uma terceira e assim por diante, até encontrar a “sua”.
Mas recomendo que persista um pouco antes de partir para outra atividade. Às vezes é só o desconforto da adaptação, o que é muito comum. Lembre-se que seu corpo não está adaptado a tantas mudanças de uma vez. Imagine-se parada por um, cinco, dez, vinte anos e do nada você o “força” a fazer algo que, além de novo, exija um bocado dele? Se parada a apenas 1 semana já podemos sentir diferença, imagina para alguém que foi sedentária praticamente a vida toda? Por isso por favor, insista na saúde (uma hora vai, acredite em mim) e não desista de se mexer! *repito isso pra mim o tempo todo. hahahah
Atividades físicas existem aos montes e para todos os gostos, por isso não vou falar de cada tipo, até porque cada uma merece um post completinho e faremos isso no decorrer do tempo. Como o objetivo aqui é ajudar você (iniciante) a começar a se mexer, vou priorizar o ambiente da atividade, até porque depois de escolhido o local, ficará bem mais fácil para você escolher uma A.F para chamar de sua. 😉

Academia

A academia tem muitas vantagens, sendo algumas:

  • Variedade de aulas/modalidades e aparelhos;
  • Treinadores e instrutores à disposição;
  • Vestiário – a maioria possui chuveiros, o que é muito útil pra quem vai trabalhar depois;
  • Estacionamento – em algumas;
  • Segurança.

O que mais gosto em uma academia é o fato dela oferecer tudo o que preciso em um único local (musculação e cardio). E para quem está na fase de escolha de uma A.F, a maior vantagem está na possibilidade de testar aulas que as academias mais comuns oferecem: luta, jump, spinning, step, funcional, dança e por aí vai. Algumas academias tem estúdio de Pilates e até piscina para aulas de natação e hidroginástica. Normalmente é cobrado um valor à parte, mas dependendo do caso, vale muito a pena. É um leque de atividades para você testar, sem enjoar ou gastar uma grana extra.

Mas qual academia escolher?
Para isso sugiro a leitura deste post da Carô. Está supercompleto! 😉

Estúdios, Ginásios e Academias Específicas

Para ser sincera, não tenho experiência recente em academias específicas. Já fiz ginástica olímpica, handebol, judô (só comecei na verdade) e natação, mas foi a muito, muuuuito tempo. rs
E se tem algo que me lembro bem é que além do vício prazer de fazer um esporte e poder me aperfeiçoar nele (o que é irado!), fiz boas amizades e elas foram importantes nesse processo.
Só não fiquei porque né…a gente cresce e se não for seguir carreira esportiva profissional, existem outras prioridades, como trabalho e estudos (larguei tudo pra estudar para o vestibular). Não que você vá se matricular no intuito de fazer novas amizades, mas fazer parte de um grupo que você possa conversar a respeito, aprender mais, apoiar e receber apoio é muito legal. Quando escolhemos praticar um esporte específico, é mais fácil ser constante nele (pelos motivos citados acima), logo a chance de desistência é menor. Lembra quando disse que é melhor insistir antes de partir para outra? Era disso que estava me referindo.

Hoje em dia existem N atividades diferentes, que vão desde o crossfit ao ballet fitness. Para encontrar uma atividade com a sua cara, tem pesquisar bastante! Comece a seguir perfis de academias ou de pessoas que fazem o esporte que você está de olho.
Tem perfil no Facebook? Participe de grupos, converse e não tenha vergonha de perguntar para pessoas que praticam. Pesquise locais, faça orçamentos, peça para assistir as aulas e verifique se tem aulas experimentais (grande parte possui free pass). Assim a chance de se decepcionar ou sentir de saiu no prejuízo, será bem menor.

Atividades ao ar livre

Essa é a melhor opção para quem não curte ficar em um local fechado e/ou gosta de atividades em grupo. No ano passado, quando estava treinando para a meia maratona do Rio, fazia um mix academia + parque. Na academia treinava musculação e no parque os longões. Não consigo ter paciência de correr acima de 10k na esteira. Acho muuuuito chato e mesmo assistindo TV, ficava entediada, ansiosa (olhava para o cronômetro o tempo todo) e não curtia muito a atividade. No parque era diferente, conseguia viajar nos meus pensamentos e até resolvia problemas enquanto corria, aliás, está aí uma vantagem de fazer exercício ao ar livre: é terapêutico.

Para quem não quer somente correr ou andar de bike, existem muitas atividades para se fazer nos parques, como yoga, circuito funcional, trilhas… Hoje em dia é muito comum encontrar grupos de pessoas reunidas fazendo alguma atividade física, seja ela gratuita ou com assessoria esportiva. Aliás, algumas assessorias dão todo o suporte (tendas, lanches, professores) para os alunos. Dá para você desfrutar da atividade ao ar livre e ainda aproveitar toda a estrutura e segurança de um parque.

exercicio-ar-livre

Na praia até eu estava sorrindo desse jeito! Imagem:
Garota disposta malhando na praia. Exercício instruído por um professor., by Shutterstock

Se você mora perto da praia só faço uma pergunta: por que raios você ainda está no sofá?
Sou paulistana, mãããsss casada com um carioca, logo vou bastante ao Rio – inclusive já temos nosso quarto cativo lá na casa da sogra. hahahahhahah 😛
Sempre que vou à praia, morroooo de inveja do povo fazendo circuito funcional na areia. Inclusive já fiz algumas vezes e murry, mas amei. Existem outras atividades, como volei de praia, futebol, corrida…opção é o que não falta.
Quem mora no litoral também pode fazer atividades aquáticas, como natação, surf, SUP (que não é beeeeem uma atividade, mas está valendo). Ai que delícia!

<3

Em casa

exercicio-casa

Em casa qualquer hora é uma oportunidade de se exercitar. Aqui não tem desculpa! Imagem:
Fitness, exercício, vida saudável e dieta. Jovem mulher se alongando no chão enquanto assiste TV em casa. , by Shutterstock

O bom de se exercitar em casa é que você faz seu horário e não há brecha para desculpas. Pode fazer quando tiver um tempinho livre, não precisa se preocupar com roupas e ainda economiza com mensalidades. Não precisa de muito, só um programa ou internet (existem vídeos a torto e à direita na internet e aplicativos de celular), 20 minutinhos (existem aplicativos de atividades em 7 minutos!) e claaaaro, muita disposição para treinar.

A desvantagem é que você não tem o suporte de um profissional e corre o risco de fazer o exercício errado e se machucar. Caso você seja atrapalhada (como eu), ou não possui a mínima consciência corporal, talvez seja mais interessante aprender a se conhecer e executar exercícios da forma correta e depois partir para atividades físicas sozinha. Todo cuidado é pouco!

E aí, deu pra acender uma luzinha na cabeça? Já sabe o que vai escolher: academia, atividade específica, ao ar livre ou em casa? Chegou a hora de escolher as ferramentas de trabalho, vulgo roupas, tênis, etc.

Mas aí entra o assunto do post da semana que vem. hehehehe

erica

36 anos, de São Paulo, gestora de moda. Filha de pai japonês e mãe nordestina (Pi), é paulistana de nascença, mas já morou em Manaus,...

>> Veja mais posts dessa autora

Lush: novos produtos para banho

lancamentos-lush-jan16

01 – Needles and Pine: geléia de banho indicado para uso após a sauna. Você pode colocá-lo na geladeira ou no congelador para estimular a circulação ao usá-lo. É feito com infusão de pinheiro bravo e cipreste, com base sólida de extrato de carragenina para dar maciez à pele.
02 – Yoga Bomb Bath Bomb: sal de banho com sândalo e óleos de olíbano e cânfora, para relaxar. Deixa a água em tons de laranja, roxo e turquesa (deve ficar lindo o banho!).
03 – A French Kiss: espuma de banho que revigora a pele. A lavanda é o primeiro ingrediente, que acalmaa mente, melhora a qualidade do sono e suaviza a pele. Tem óleo de coco extra virgem, para hidratar sem deixar a pele oleosa.
04 – 93,000 Miles: mais uma geléia de banho, feita especialmente para quem corre ou pratica esportes no geral. Tem gelatina de eucalipto e menta, que revigoram e aliviam as dores. É indicado deixá-la no freezer para dar maior sensação energizante, com a hortelã pimenta e o óleo essencial de canela inseridos na composição do produto.

Decathlon: Linha coordenada para mar e piscina

decathlon-verao-16b

Quem não curte ir toda bonitinha pra praia, né? Nesse Verão a Decathlon lançou uma linha coordenada com biquínis, shorts, maiôs e tops com estampas combinando. Achei muito legal a ideia, você pode montar o biquíni como quer (tem algumas opções de modelagem de calcinha e sutiã) e combinar com o shortinho. Se for praticar esporte no mar, coloca o top com proteção UV e vai tranquila. Achei ótimo ter essa opção também.

Decathlon: Máscara Easybreath

decathlon-verao-16-mascara

Com a máscara de mergulho Easybreath, você pode respirar da mesma maneira que respira fora d’água, pelo nariz ou pela boca. Ela tem lente de policarbonato inquebrável e um sistema de ventilaçnao que evita o embaçamento da lente. O tubo de respoiração evita a entrada de água e ela tem tamanhos variados, para se adaptar a vários formatos de rosto.

Achei legal porque é basicamente só colocar no rosto e mergulhar, bem prático. O preço também não é muito alto, dá para se empolgar e começar no mergulho, né?

La Roche-Posay: My UV Patch

la-roche-posay-uv-patch

Um dos primeiros posts aqui no blog foi justamente sobre o Dezembro Laranja e a importância da gente se proteger para evitar o câncer de pele. Temos que ficar sempre de olho, hein!

Parecido com um adesivo, o My UV Patch é transparente e maleável e adere a qualquer parte do corto. Os corantes fotoativos contidos nele consideram o tom de pele do usuário e mudam de cor conforme o nível de exposição ao sol. Para analisar as diferentes nuances dos corantes fotoativos, o usuário poderá tirar uma foto do patch e utilizar um aplicativo da marca. Tudo bem fácil e, aparentemente, confortável.

A previsão é de que o produto chegue ao Brasil em agosto deste ano, mas ainda não teve o valor divulgado. Mesmo assim, já estamos bem curiosas para testar!

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

>> Veja mais posts dessa autora

Saí de férias e fiquei um mês inteirinho sem fazer musculação. Andei muito na viagem, mas pegar peso, agachar, pular e tudo mais ficou fora do meu dia-a-dia. Como falei na semana passada, retomei a matrícula na academia e olha, sofri com as dores no corpo por esses dias. Eu sempre tenho dores após voltar a me exercitar depois de um tempo sem me mexer ou quando mudo totalmente o treino de musculação, já estou até acostumada. Haha. Mesmo assim, resolvi pesquisar um pouco mais sobre essas dores e ver se encontrava algumas dicas para amenizá-las (ninguém merece passar dias tendo que sofrer para sentar e levantar, né? Haha).

gif-everything-hurts

A primeira coisa que precisamos entender é que há três tipos de dores:
– A que sentimos enquanto estamos nos exercitando ou logo após, causada pelo acúmulo do ácido lático durante o exercício e que é metabolizada pelo organizado em poucas horas depois;
– A que sentimos em até um ou dois dias após o exercício, chamada de Dor Muscular de Início Tardio, causada pelos microtraumas musculares gerados durante o exercício. A dor vem porque essas lesões entram em um processo inflamatório que dura pouco tempo e, assim que o músculo se regenera, fica mais forte e resistente (por isso as dores diminuem conforme você evolui no seu treino). O comum é que o pico de dor dure de 24 a 48h, diminuindo gradativamente;
– A que sentimos durante e/ou logo depois do exercício, que impede a realização de algum movimento e que demora a passar ou não passa. Cuidado! Você pode ter se lesionado de forma mais grave e está achando que é só a dor comum pós treino. Nesse caso é bom procurar um médico.

E aí, de que tipo é a sua dor?

E aí, de que tipo é a sua dor?
Imagem: Corredora segurando a perna machucada, por Shutterstock.

Pensando nas dores musculares de início tardio, a regra de ouro é descansar. Você tem que dar tempo para que seus músculos se recomponham de maneira correta e saudável, então nada de cair no mito de que se exercitar por cima faz a dor passar mais rápido. Caso você queira exercitar o mesmo grupo muscular que está doendo, deve fazer de forma bem leve. Por exemplo: se a dor é nas pernas porque você correu muito no dia anterior, deve apenas caminhar levemente. Nada de exagerar, hein!

Aloooooooonga, fia!

Aloooooooonga, fia!
Imagem: Mulher jovem praticando yoga fora de casa, por Shutterstock.

Como a dor passará assim que seu corpo se recuperar, não tem muito o que fazer. Mesmo assim, sempre tem uma coisa ou outra para ajudar a diminuir o desconforto:
Alongue! O alongamento é bom em qualquer situação e, apesar da dor que você provavelmente vá sentir ao realizá-lo nessa hora, vai ajudar bastante;
– Você pode fazer compressas de gelo na área mais dolorida ou tomar banhos gelados, já que isso ajuda no processo anti-inflamatório;
– Cansou do gelo? Dê um tempinho e faça uma compressa ou tome um banho quente. Isso ajudará a aumentar o fluxo sanguíneo que, por consequência, ajuda na recuperação muscular;
Massageie o músculo. Isso sempre ajuda a dar uma sensação de que o músculo está mais “molinho” e é bem gostoso;
– Tem alguma roupa de compressão? Use-a. Muita gente usa roupas de compressão apenas durante os exercícios, mas também é bom usá-la no pós, já que a compressão ajuda no fluxo sanguíneo;
Cuide da alimentação. Muitos especialistas indicam que você priorize a ingestão de proteínas;
Em último caso, apele para os remédios. Você deve consultar um médico para tomar anti-inflamatório, hein. Nada de sair tomando remédio por conta própria. Também há opções de géis, pomadas e sprays que aliviam temporariamente a dor.

Agora é esperar a dor passar para voltar aos exercícios. A gente reclama da dor mas não vê a hora dela acabar pra voltar pra academia. Haha. X)

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

>> Veja mais posts dessa autora

Ontem estava escrevendo um post sobre roupas até que recebi mensagens de uma prima. Ela me contou toda animada que tomou a decisão de mudar de rumo, que desde o dia 1º de Janeiro havia largado as porcarias, que ia se matricular na academia, mas estava perdida e queria minha ajuda.

vida-saudavel-escolhas

Êta dúvida, hein mana!? O que comer? Qual atividade física escolher? Afinal, são taaaantas opções! Imagem:
Mulher sorrindo e pensando em sua escolha de atividade esportiva. Ícones esportivos desenhados na parede de concreto, by Shutterstock

* Uma pequena observação: preciso dizer o quanto fiquei feliz? hahahahah É a segunda prima que veio falar comigo nessa semana e se tem algo que me deixa mais feliz é saber que contam comigo nesse sentido. Ainda mais pessoas queridas! 

Para você ter uma idéia, essa minha prima (ok, prometi que não ia falar seu nome! 🙊) começou a fazer faculdade e passou a ter uma alimentação péssima, jantava junk food várias vezes por semana e tomava refrigerante no café da manhã. Sem contar que nunca foi à uma academia na vida.
Foi aí que decidi deixar meu post sobre roupas para outra semana e escrever esse especialmente para as iniciantes.
E aí, decidiu mudar de vida, cuidar da saúde e está perdida? Vem comigo que te dou uma mãozinha! 🙂

Simples, comece do começo

O primeiro passo é tomar a decisão de mudar.

escolha-mudar-sair-zona-conforto

Chegou o momento de mudar, sair da zona de conforto! Imagem:
Menina de mochila olhando mapa, by Shutterstock

O passo seguinte é sair do ponto de decisão e dos blablablas, ou seja, deixar a teoria e partir para a prática. Até porque mudar a maioria das pessoas querem, mas agir que é bom…nada.
Se não fosse tão comum, nem existiria aquela piadinha de sempre: entra ano, sai ano e aquela antiga resolução, que já virou uma bola de neve, sendo transferida para o ano seguinte.
O processo para largar um hábito ruim não é tão ‘melzinho na chupeta’. O nome disso é sair da zona de conforto e se fosse fácil, não haveriam tantas desistências. Mas, para não o assunto não ficar longo demais aqui, sugiro a leitura desse post.

Procure um nutricionista

nutri-post-escolha-saudavel

Nutricionistas são os maiores aliados na hora de escolher os melhores alimentos de acordo com o objetivo de cada um. 😉 Imagem:
Nutricionista segurando com uma forquilha alimentos frescos como tomate, pimentão e pepino. Dieta e emagrecimento. Alimentação saudável, by Shutterstock

Talvez você, assim como minha prima, já largou as porcarias e começou a emagrecer, o que chamamos de atitude emergencial.
Mas não é só fazer dieta e está tudo certo? SIM e NÃO. Explico abaixo:

  • SIM, porque se já tomou a decisão de mudar os hábitos alimentares é bom fazê-lo logo (pra ontem!), antes que pinte mais um desânimo e corra o risco de abortar a missão.
  • NÃO, porque vai chegar um momento em que você não saberá mais para onde ir. É aí que entra o (a) nutricionista! É pra ele (a) que você vai contar como é sua rotina. É ele (a) que vai montar uma dieta de acordo com seus objetivos e vai fazer todos os cálculos de medidas e alimentos, inclusive te orientar sobre o que comer antes e depois do exercício. Lembre-se que você é um ser humano único e nada se compara a algo feito sob medida para você! 😉

Até o dia da minha consulta o que eu vou comer? Na dúvida, faça a ‘dieta da feira’, coma comida de verdade: arroz, feijão, frutas, legumes, vegetais. Prefira os grãos integrais aos refinados. Substitua os temperos prontos por temperos naturais: alho, cúrcuma, pimenta, orégano, cebola, gengibre, hortelã, manjericão, cheiro verde…são tantos! Opte por fazer alimentos cozidos no vapor ou grelhados. Evite preparar alimentos com óleos vegetais (soja, milho, canola – que aliás, é uma “planta” que que não existe) e se possível substitua por óleo de coco, azeite, gordura animal, como banha (sim, aquela que sua avó usava) e manteiga. Às vezes faço ovo e carne só com água e fica superbom. Entende? Abuse das especiarias e temperos naturais! Comida de verdade, sem frescura. Seu bolso e sua saúde agradecem.

tabela-nutricional-alimentos

Aprenda a ler rótulos, assim você não corre o risco de cair na pegadinha da embalagem. Imagem:
Mulher no supermercado lendo informação nutricional e comparando dois produtos, by Shutterstock

Se for comprar industrializados, procure desprender-se da embalagem e aprenda a ler rótulos – a regra é: o que está em primeiro é o ingrediente mais abundante. Se tiver nomes estranhos, como: glutamato monossódico, gordura vegetal hidrogenada (trans), açúcares (que também são nomeados como maltodextrina, dextrose, sacarose, glucose, glicose, xarope de milho, frutose…), aditivos químicos e conservantes, evite. Não é porque está à venda como produto alimentício que podemos comer sem preocupação. Existem pegadinhas e nunca despreze as porções informadas. “A diferença entre remédio e veneno está na dosagem.” (Paracelso) 😉

Faça um check-up

check-up-atividade-fisica

Aproveite a oportinidade para ver como está sua saúde. Imagem:
Coração vermelho e um estetoscópio, by Shutterstock

Antes de começar qualquer atividade física, verifique se está tudo ok contigo. É o momento de tirar a prova dos 9 (olha eu entregando a idade rs) e ver como você está de saúde, se existe alguma alteração nos exames, como está o coração para praticar atividade física e por aí vai.

Descobri uma Esteatose Hepática Grau 3 (uma doença silenciosa) em exames de rotina e por isso tive que fazer uma dieta hiper restritiva. Imagina se não tivesse descoberto e isso evoluísse para uma cirrose não alcoólica?

Aproveite que está começando e faça direitinho. É uma oportunidade pra ver se precisa tratar algo, se existe alguma intolerância alimentar e tirar a dúvida se pode ou não fazer a atividade física escolhida (algumas exigem mais do sistema cardiovascular e articulações).
Inclusive assessorias esportivas, personal trainer e academias mais sérias te pedem exame médico no ato da matrícula. #ficaadica

Na parte 2 falarei sobre como escolher uma atividade física pra chamar de sua. 😉

erica

36 anos, de São Paulo, gestora de moda. Filha de pai japonês e mãe nordestina (Pi), é paulistana de nascença, mas já morou em Manaus,...

>> Veja mais posts dessa autora

Semana passada comentei no nosso Instagram que nas férias de verão a brincadeira favorita minha e das minhas meninas é ir para a piscina, mas a piscina é muito perigosa para as crianças e exige atenção redobrada. Rafaela tem 3 anos e já levamos 2 sustos com ela, então resolvi reunir umas dicas aqui sobre os principais cuidados com as crianças na água.

Ao contrário do que se pensa ou do que é visto na mídia comum, casos de afogamento com crianças não são casos raros. No Brasil, segundo Ministério da Saúde, em 2005, 1.496 crianças de até 14 anos morreram vítimas de afogamentos sendo a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos. Gostaria de ressaltar que o risco de afogamento vai além da piscina, do mar e do Rio, ele também pode ocorrer dentro de casa em baldes, banheiras e poços.

Um estudo recentemente divulgado por pesquisadores do Griffith Institute for Educational Research, na Austrália, aponta que quanto mais cedo a criança aprende a nadar melhor é o seu desenvolvimento intelectual. Mas eu vou além do desenvolvimento intelectual, eu penso na segurança. Então, quanto mais cedo a criança aprender a nadar, menores são os riscos de afogamento. Eu não acredito que uma criança de 3/4 anos que nada, e nada bem, está livre do risco de afogamento. Isso porque uma criança muito pequena não tem maturidade para se salvar em casos extremos como: uma criança que pule em cima dela, que agarre o seu pescoço e por aí vai. E no caso de bebês, um recipiente com 3cm a 5 cm de profundidade já significa risco de afogamento. Então, mesmo que seu filho pequeno seja o campeão de natação, mantenha os olhos nele enquanto ele estiver na água.

Regra número 1: supervisão sempre! Nada de deixar a criança sozinha na piscina e ir ao banheiro, levantar para comprar uma água ou ficar de costas para ela. Precisamos sempre lembrar que ela está muito vulnerável ali e que precisamos ficar de olho sempre.

Cautela no uso de bóias! A criança para ficar sozinha na piscina apenas com a bóia de braço deve ter muita desenvoltura no uso desse tipo de acessório, pois há o risco da criança desequilibrar e ficar com o rosto água. Lembrando que não existe regras de idade para a maturidade da criança, uma criança de 3 anos pode ser mais matura que uma de 5 anos na hora de brincar na água, isso sempre vai depender da quantidade de estímulo que aquela criança recebe. As bóias de braço devem estar bem cheias e fechadas adequadamente, revise antes de colocar no braço da criança. É muito comum encontrar bóias de braço que já começaram a rasgar, mas os pais continuam usando. Pare agora mesmo! Essa bóia que já começou a rasgar pode acabar rasgando de vez dentro da água com a criança a usando. Use sempre bóias em ótimo estado de conservação.

Bebês devem sempre ter os pais por perto na água, mesmo que seja uma piscina rasa ou um espelho d’água. Os pais devem estar muito próximos, pois se a criança desequilibrar e cair, terá alguém para ajudá-la rapidamente. As crianças maiores que possuem bastante desenvoltura na água, podem ser supervisionadas de longe. No mar, o negócio é diferente. Se for um mar com ondas um pouco mais forte, eu não deixo Rafaela nem de bóia na beirada sozinha. Se for um mar mais calmo, na beiradinha está liberado desde que estejamos próximos a ela. Na piscina do condomínio tem um espelho d’água e eu acho mais fácil ficar com a Rebeca nele do que na piscina infantil. Ela fica ali brincando e eu posso ficar sentada ou em pé ao lado dela conferindo se está tudo ok. Ela já escorregou (em pé ou engatinhando) e caiu na água várias vezes, como eu sempre estava próxima não tivemos grandes problemas.

Rafaela com 1 ano e meio fugindo da onda

Cuidado com a sucção de cabelos e partes do corpo. Todo verão rola reportagem no Fantástico sobre algum acidente em que a criança ficou presa no ralo de sucção da piscina. Como eu sou maluca por água, desde sempre prestei atenção nisso e quando nos mudamos para cá, a primeira coisa que pedi para o maridôncio verificar é se aqui as piscinas possuem o ralo anti-sucção. Aqui possui. E aí na piscina do seu prédio, no prédio da avó ou na casa da madrinha, possui? Aproveite e já verifique essa informação. Se não possuir, ensine a criança a ficar sempre longe do ralo e mantenha o cabelo dela sempre preço em coque, assim diminui o risco de sucção.

Cuidado com piscinas lotadas! Quando a piscina está cheia de gente cuidar de uma criança estando do lado de fora da piscina requer atenção dobrada. Fica mais difícil localizar a criança no meio de um monte de gente e o risco de ter um afogamento causado por um terceiro, é ainda maior. Nada de deixar a criança fazer brincadeira de agarrar pescoço, principalmente com outra criança. A regra aqui em casa com a Rafa, seja no mar ou na piscina, é que ela não pode segurar no pescoço da mamãe. Eu a seguro de uma forma que transmita segurança para ela e assim não corre o risco dela ficar com medo e acabar me sufocando e me deixando sem ação na água.

Está em uma casa que tem piscina? Atenção redobrada! Lá no sítio da tia do Re e da cozinha e churrasqueira dela não tem visão para a piscina. Certo dia saímos da água para almoçar, estávamos apenas nós, os tios do Re e acho que meu cunhando e a esposa dele. Almoçamos e de repente notei que a Rafaela não estava na mesa com a gente. Levantei e batata! Ela estava dentro da água. A sorte é que a ele tem um degrau na piscina e a Rafaela tem o hábito de brincar nele, ela entrou na piscina e ficou ali no degrau brincando. Foi tão silenciosa que ninguém ouviu o barulho da água. Outra vez, a Rafa tinha 1 ano e meio, estávamos em João Pessoa e meus pais tinham alugado uma casa com piscina, a entrada da sala era muito perto da piscina, quando vi aquilo já imaginei a tragédia. Numa bela manhã, Rafaela andando pra lá e pra cá no meio da gente, ploft! Caiu na água. Como eu estava muito perto, já entrei e peguei pelo braço. Ela só chorou por conta do susto da água gelada porque eu fui bem rápida, agora imagina se ela está ali sozinha.

Crianças na água e adultos nos celulares. Combinação perigosa. No verão passado eu estava com Rebeca recém-nascida em casa e maridôncio e Rafa estavam de férias. Ele que levava ela na piscina. Um belo dia ele sobe me conta o ocorrido: Rafaela brincando na beira da piscina, tinha tirado a bóia para comer, ele abaixou o olho para ver o celular e quando levantou o olhar: cadê a Rafa? Ela tinha acabado de cair na água, ele a tirou pelo cabelo. E olha, depois disso, ela ficou com um medão da água e só conseguimos tirar o trauma com muita aula de natação ao longo do ano.

E como eu faço para cuidar de 2 crianças na piscina? A Rafa só fica sem bóia se o pai está comigo na piscina, caso contrário, a primeira coisa que faço ao chegar na piscina é colocar a bóia nela. E se estivermos em alguma casa com piscina e que esteja rolando um churrasco ou festa, mesmo que o pai esteja junto, a regra é só com bóia.

Quando eu estou sozinha com as duas na piscina do prédio, a Rafa fica de bóia e super livre para transitar entre as 3 piscinas. Quando a piscina está mais cheia eu redobro a atenção, mas nesses casos ela costuma ficar sempre brincando na água com as meninas de 12/13 anos. Enquanto a Rafa pinta e borda eu fico com a Rebeca no espelho d’água ou fora da piscina. Se eu preciso sair da área da piscina por alguma razão, as 2 vão comigo. Só deixei a Rafa uma vez aos cuidados de outra mãe e fiz isso porque a piscina estava muito vazia e essa mãe se ofereceu. Aqui a piscina tem borda infinita e se a Rafaela resolve chegar perto da borda sem o pai eu tenho mini ataques do lado de fora e fico feito uma maluca gritando o nome dela. Geralmente um adulto que está mais próximo tira ela de lá. Eventualmente eu bebo quando a Rafa está na piscina, mas sempre com moderação.

Espero ter ajudado vocês com essas dicas. E São Pedro, faz favor de devolver o sol pra gente poder voltar para a piscina 😉

 

juliana

35 anos, Paulistana de coração há 14 anos. Analista Financeiro, mãe de 2 lindezas. Já treinou Vôlei, Tae Kwon Do, tentou natação, judô, tem a...

>> Veja mais posts dessa autora