Então que hoje é dia das mulheres. Você pode gostar do dia, você pode achar que é só uma data comercial ou até mesmo não ligar pra ela, dizendo que todos os dias são nossos. Pois bem, a grande verdade é que o mundo é cada vez nosso e tem muita mulher maravilhosa por aí produzindo conteúdo como se não houvesse amanhã. Fizemos uma listinha com algumas das nossas queridas, mulheres sensacionais por diversos motivos e de quem somos fãs e resolvemos compartilhar com você. Porque informação e gente interessante nunca é demais, né?

No Youtube: Jout Jout

Essa carioca conquistou o coração de praticamente todas as mulheres do meu Facebook e não foi a toa. Ela tem vídeos engraçadíssimos, outros sobre empoderamento feminino e, de vídeo em vídeo, a gente foi garrando amor por ela. Vale a pena se inscrever no canal dela, o Jout Jout Prazer.

Nos blogs: Bia Lombardi, Carol Patrocínio, Ana Paula Barbi, Clara Averbuck, Mari Messias e Carol Moré

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Bia Lombardi é autora do Bramare, um blog DELICIOSO que nos inspira a ter uma vida mais autoral, correr atrás dos sonhos e torná-los realidade.
Carol Patrocínio fala na cara e faz a gente sempre repensar em atitudes, preconceitos e costumes que estão em nós e muitas vezes nem percebemos. Vira e mexe os textos da Carol ganham a internet com gente que concorda ou discorda totalmente deles, então o blog não podia ter outro nome: Polemiquinhas com a Carol Patrocínio.
Ana Paula, Clara e Mari escrevem o Lugar de Mulher, um blog onde o empoderamento feminino é discutido plenamente. Porque lugar de mulher é onde ela quiser. 😉
Carol Moré é autora do Follow the Colours, um blog sobre design, arte, decoração, cultura e muitas outras lindezas. Entrar no blog é dar um agrado aos olhos e descobrir ideias super interessantes.

Nos blogs de moda: Carol Burgo, Ju Romano, Camila Coutinho e Carla Lemos

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Carol Burgo é designer e ilustradora de mão cheia e criadora da Loja Prosa. Ela trocou Recife pelo Rio de Janeiro e tem um jeito de escrever tão legal que a gente fica querendo ser amiga de infância dela. O estilo também é sensacional, aquela coisa cheia de personalidade mas que dá pra usar no dia-a-dia sem parecer recém-saída da loja ou de um baile de fantasias. Adoramos!
Ju Romano é referência nacional quando a gente fala em moda plus size. Ela se ama, conhece seu corpo e suas proporções e inspira muitas outras meninas com o mesmo corpo lindo (e fora do padrão Barbie que a gente tanto vê por aí) lá no Entre topetes e vinis.
Camila Coutinho não precisa de apresentação, certo? Com o Garotas Estúpidas ela levou os blogs brasileiros de moda a outro patamar. A gente admira muito a capacidade dela de transformar o blog em uma marca viva, sempre em mudança e com tantos projetos legais.
Carla Lemos é autora do Modices, um dos blogs de moda nacionais mais verdadeiramente brasileiros. Ela faz questão de mostrar muita marca nacional, incentivar as pessoas a exibir padrões e cores bem brasileiros nas ruas e, a nossa parte favorita: consumir com consciência. Nada de sair gastando o dinheiro que não tem em roupas e acessórios que não tem a sua cara, só porque estão na moda. Simbora dar uma olhada para o que já está no armário, repensar o jeito de usar, renovar peças antigas!

No snapchat: consueloblocker

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Sem falhar, a Consuelo Blocker inicia seus snaps diários com um longo ‘boooom diaaa’, seguido de uma brincadeira com as ‘lens’ do app e leitura da manchete do dia. Filha de Costanza Pascolato, um dos maiores ícones da moda no Brasil, ela é divertida, muito honesta em suas opiniões sobre tendências, lifestyle e consumo, e dá uma aula de moda e cultura. Além de ser uma fofa no nível “seja nossa amiga”. Hahaha. É engraçado como o Snapchat nos dá uma outra visão de alguém que imaginamos de outra forma.

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

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Tão lindo ver uma plantação toda marcadinha Imagem: Plantação de de Palma, by Shutterstock

Cada vez mais ouvimos falar em como é melhor consumir um produto orgânico. Mas você sabe quais são as diferenças entre um produto orgânico e aqueles produtos que encontramos na parte do hortifrúti dos supermercados, nas feiras de rua e no Ceasa? Sabem o que é exatamente um produto orgânico?

O verdadeiro produto orgânico vai além do fato de ser livre de agrotóxicos, defensivos ou adubo químico. Toda a cadeia de produção é baseada em um ambiente que considere sustentabilidade social, ambiental e econômica e que valorize a cultura das comunidades rurais. Se o cultivo não respeitar as características social, ambiental e econômica mencionadas, o produto não é considerado orgânico só pelo fato de ser livre de agrotóxicos e defensivos químicos. Por exemplo, se a produção foi feita sem adubo químico, mas os trabalhadores rurais não tiverem a carteira assinada, os produtos não são considerados orgânicos, captaram? E a terra onde acontece o cultivo também deve estar livre de agrotóxicos, ali não pode ter havido uma plantação anterior que utilizava produtos químicos.

Aí sempre vem aquela pergunta: Por que os produtos orgânicos são mais caros? O produtor orgânico se preocupa com a preservação do meio ambiente e tem compromisso com a qualidade de vida de seus empregados. O produto pode ter seu custo de produção um pouco maior, devido ao compromisso com a qualidade de toda a cadeia de produção. A oferta em relação à procura por produtos mais saudáveis, também eleva o preço no mercado. Mas, tanto em supermercados como nas feiras livres é possível adquirir produtos orgânicos com preços compatíveis. Escolher produtos orgânicos estimula o crescimento desta prática, aumenta a oferta e diminui seu preço ao consumidor.

Outra questão: não confundam hidropônico com orgânico. O processo de produção de um produto hidropônico é diferente do orgânico e na hidroponia podem ser usados agrotóxicos.

Esse nicho de produção de produtos orgânicos já reúne mais de 10.000 mil produtores rurais brasileiros. E se você pensa que plantio de produtos orgânicos é apenas em pequena escala, você está enganado. É possível encontrar cultivo de produtos orgânicos em larga escala nas culturas de cana-de-açúcar, café e morango.

Desde 2011 existe uma legislação para os produtos orgânicos e através dela ficou estabelecido que os produtos orgânicos devem ter um selo. O selo brasileiro deve ser colocado em todos os produtos orgânicos comercializados em lojas, sites, supermercados, etc, quer sejam produzidos ou não no Brasil. Apenas os produtos vendidos direto nas feirinhas, onde o produtor é cadastrado junto ao MAPA e está ligado a uma Organização de Controle Social, podem ser comercializados sem o selo. Mas, neste caso, o consumidor pode pedir que o produtor apresente sua Declaração de Cadastro para confirmar sua condição. Produtos importados que cheguem ao Brasil sem o selo, não podem ser comercializados como orgânicos no país. A única exceção é para os produtos com longa validade, que foram produzidos ou importados até dezembro de 2010 (ex. café, açúcar), que estavam sem utilizar o selo na ocasião de sua produção, uma vez que a obrigatoriedade do uso só passou a valer em 1º de janeiro de 2011.

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Selo Brasileiro de Produto Orgânico

 

Segundo o site do Organicsnet, os principais produtos orgânicos produzidos no Brasil são: cana, açúcar, soja, cacau, arroz, café, gengibre, guaraná, manga, morango, uva, pêssego, rapadura orgânica, citros, banana, tomate orgânico, leguminosas, néctares e sucos de frutas, geléias, cosméticos e insumos para o solo.

Onde encontrar produtos orgânicos? Para quem é de São Paulo no site da Associação de Agricultura Orgânica (AAO), é possível encontrar uma relação de feiras e empresas que entregam em domicílio. Galera do Rio de Janeiro, no site do Organicsnet tem uma relação de feiras de produtos orgânicos.

Em São Paulo temos o Instituto Chão que é uma associação sem fins lucrativos e que vende produtos orgânicos pelo preço de custo. Já imaginaram comprar uma couve GIGANTE por R$ 4,50? É por aí. O site deles ainda está em construção, mas através da página no Facebook é possível saber todas as novidades.

Alguma de vocês consome frutas, verduras e legumes orgânicos com frequência? Como fazem para adquirir os produtos?

Fonte: Ministério da Agricultura Canal Rural.

juliana

Quase 38, Paulistana de coração há 16 anos. Cuidadora das finanças alheias, mãe de 2 lindezas. Já treinou Vôlei, Tae Kwon Do, tentou natação, judô,...

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por T photography / Shutterstock.com.

Logo oficial Olimpíadas Rio 2016, por T photography / Shutterstock.com.

Além do fato da Polícia Federal ter batido na porta do ex-Presidente Lula, um dos assuntos mais comentados nos últimos dias são as Olimpíadas. :p A gente já está totalmente no clima (viu a entrevista com a atleta olímpica Cisiane Dutra ontem?) e tivemos a ideia de contar um pouco sobre cada modalidade para vocês porque no fim das contas quando o assunto é Olimpíadas geralmente as principais transmissões se resumem a: Atletismo, Futebol, Natação, Ginástica Olímpica e por aí vai…

Porém, 44 modalidades esportivas compõem as Olimpíadas e vamos te contar um pouquinho sobre cada uma delas. Hoje começarei pelo Taekwondo, pois vou puxar a sardinha para o meu lado (para quem não sabe, eu já pratiquei esse esporte).

Mas antes disso vou te contar algumas curiosidades sobre as Olimpíadas Rio 2016:

  • São os primeiros jogos que acontecem na América do Sul;
  • O Brasil receberá para as Olimpíadas 10.500 atletas e serão 206 países diferentes;
  • Serão 17 dias de competições;
  • Um total de 306 provas com medalhas;
  • Haverão 136 competições femininas, 9 mistas (eu não sabia!) e 161 masculinas;
  • O Golfe e o Rugby esse ano estão de volta aos Jogos Olímpicos depois de 112 anos e 92 anos, respectivamente, ausentes do evento.

Agora vou contar um pouquinho sobre o Taekwondo 😉

Taekwondo

O Taekwondo tem como característica principal o fato de usar mãos e pés para atingir o adversário, em muitos casos sem a necessidade de danos físicos ao oponente. O lutador deve atingir o adversário, com chutes e socos, no tronco e na cabeça. Cada golpe vale 1 a 4 pontos e quem marcar mais pontos vence.

O esporte é marcado por chutes e socos rápidos, precisos e fortes. Os lutadores possuem bastante flexibilidade, força e agilidade. Os movimentos, se você conseguir visualizar todos precisamente, vão deixar você boquiaberta. É lindo <3 (puxa-saco mexxxmo).

É um esporte “novo” nas Olimpíadas, entrou no ano de 2000, em Sydney. E vou contar um segredo: quando eu comecei a praticar Taekwondo ele nem era esporte olímpico ainda (afe!). Pessoalmente, foi uma felicidade grande ver o Taekwondo nas Olimpíadas.

Regras

A dinâmica é a seguinte:

  • A luta é disputada em 3 rounds de 2 minutos cada, com 1 minuto de intervalo entre eles;
  • Um atleta pode vencer o combate de 4 maneiras:
    • Somando o maior número de pontos ao final de 3 rounds;
    • Nocauteando um oponente;
    • Atingindo uma diferença de 12 pontos ou mais ao terminar o 2º round ou em qualquer momento do 3º round; ou
    • Pela desclassificação do adversário.
  • O objetivo é acertar o oponente nas áreas vermelhas e azuis do uniforme – o atleta acumula pontos de acordo com os golpes que acerta;
  • Se o atleta encaixar um chute com o giro do corpo, vale 2 pontos;
  • No caso de chute na cabeça, o atleta pode marcar 3 ou 4 pontos;
  • Em caso de empate ao final dos 3 primeiros rounds, é disputado o “ponto de ouro” – um 4º round, em que quem marcar o primeiro ponto vence a luta;
  • Se ninguém pontuar no 4º round, os árbitros determinam o vencedor

 

taekwondo

O BRASIL E O TAEKWONDO NAS OLIMPÍADAS RIO 2016

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Iris com o bronze no Pan de Toronto

O Brasil tem 4 vagas para o Taekwondo (2 no masculino e 2 no feminino). A 1ª já foi garantida pela Iris (que irá lutar na categoria 49 kg), as outras 3 vagas serão preenchidas em seletivas.

Você sabia?

– Que o nome da roupa usada pelos lutadores de Taekwondo é Dobok (fala-se Dobô)? E que ele é um esporte que nasceu na Coréia?

Espero que tenham gostado e aguardem outras postagens contando um pouquinho mais sobre os esportes que fazem parte das Olimpíadas. Quem sabe vocês não se animam e começam a praticar algum deles? 😀

juliana

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Aqui no Acordei Disposta acreditamos que é nosso dever falar de atletas e esportes brasileiros, gente que rala muito para conquistar medalhas para o país. Com as Olimpíadas Rio 2016 se aproximando, vamos trazer algumas entrevistas com atletas que participarão da competição. Torcer por alguém que conhecemos a história é sempre mais gostoso, né? E tem tanta história linda por aí! É uma honra poder falar com esses atletas, estamos muito felizes.

A primeira entrevistada é a Cisiane Dutra Lopes, uma atleta da marcha atlética brasileira, que está indo para sua primeira Olimpíada. Cisiane é pernambucana, hexacampeã da Copa Brasil de Marcha e se classificou para as Olimpíadas em outubro de 2015. Mulher porreta!

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AD – Como foi seu começo no esporte e como a marcha atlética apareceu na sua vida?
Cisiane – Comecei nas aulas de educação física da escola onde estudava. A professora me levou para fazer atletismo, tentei várias provas do atletismo mas não dei certo em nenhuma até um dia que descobri a marcha atlética, quando tinha 12 anos.

AD – Você treina quantos horas por dia? Como são divididos esses horários de treino?
Cisiane – Treino em média de 3 a 4 horas por dia de segunda a sábado, nas segundas terças e quintas faço duas sessões diárias de treino. Na parte da manhã faço o treino principal e a tarde o treino secundário. Tenho academia uma vez na semana.

AD – Além do educador físico, quais outros profissionais te acompanham?
Cisiane – Tenho o acompanhamento do meu treinador, de um preparador físico que cuida do meu trabalho de musculação, de fisioterapeuta/osteopata, de nutricionista e de uma psicóloga.

AD – Para se preparar para a marcha atlética, pratica algum outro esporte? A musculação é específica para alguma região do corpo?
Cisiane – Pratico apenas o atletismo. A musculação não é específica para uma região do corpo, mas é voltada pensando sempre na ação técnica da marcha atlética com o objetivo de resistência de força e não ganho de massa.

AD – Onde acontecem seus treinos? Como é a estrutura do local de treinamento? Está de acordo com o que você precisa?
Cisiane – Meus treinos acontecem na pista de atletismo (em percursos no campus da UFPE), na rua e na academia. A estrutura do meu local de treino até que é boa, mas para ser ideal teria que ser um centro de treinamento, onde eu pudesse fazer tudo que eu preciso (tiros, rodagens, musculação e recuperação) no mesmo local. Perco muito tempo tendo que me deslocar entre um estabelecimento e outro para poder fazer tudo o que preciso e isso é ruim.

Cisiane no Mundial de Atletismo de Beijing, em 2015.

Cisiane no Mundial de Atletismo de Beijing, em 2015.

AD – Participar de uma Olimpíada é um sonho antigo? Como está a expectativa para Rio 2016?
Cisiane – Sim é um sonho antigo. Na verdade, todo atleta sonha um dia ir para as Olimpíadas. Eu cheguei bem perto em 2008 ficando a 14 segundos do índice e em 2012 engravidei, mas sempre sonhei com uma Olimpíada. Espero fazer o meu melhor e tentar melhorar minha posição com relação ao último Mundial de Atletismo em Beijing 2015, onde cheguei em 29º lugar.

AD – A gente sabe que você é mãe. Como é conciliar os treinos e competições com a maternidade?
Cisiane – Sim, sou mãe do menino mais lindo do mundo, o Victor Gabriel! Rsrsrs. Olha não é muito fácil para conseguir treinar com a melhor qualidade. Tenho que deixá-lo em tempo integral na escola e nos treinos de sábado ele sempre acompanha. Quando preciso viajar, minha mãe ou minha sogra cuidam dele para mim. Geralmente minha mãe é quem fica mais com ele, já que ela mora mais perto de mim e já está aposentada. Mesmo assim é complicado, porque ela também não está muito bem de saúde (ela tem Mal de Parkinson), então procuro ficar só o tempo necessário nas competições. Antes eu conseguia fazer campings de treinamentos de 30 dias, atualmente isso é impossível devido a maternidade e as obrigações que vem com ela.

AD – Qual seu maior sonho como atleta?
Cisiane – Meu maior sonho é ir para uma Olimpíadas e ganhar uma medalha para meu país.

Estamos aqui torcendo para que a Cisiane realize esse sonho! Boa sorte!

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

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Ahhhh, comer! Que coisa deliciosa, que obrigação mais divertida. Hoje estamos respondendo algumas perguntas sobre alimentação e queremos saber as respostas de vocês também!

  • O que que te faz perder a linha na comida?
  • Qual seria sua última refeição na Terra?
  • Se você tivesse que escolher um alimento para ter zero calorias, para comer o resto da sua vida, o que seria?
  • Qual o seu hábito menos saudável quando o assunto é comida?
  • Do que você abriria mão de comer, pelo resto da vida?

Simbora responder nos comentários? Quero ver quem mais é a doida do doce aqui! X)

Fotos das comidas: hamburguer, brigadeiro e batata da onda, por Shutterstock.

Fotos das comidas: hamburguer, brigadeiro e batata da onda, por Shutterstock.

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

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No início do mês, recebi em casa oito caixas de cookies da Leben Glúten Free.
Como sou intolerante ao glúten diagnosticada, fui a “premiada” para experimentar e resenhar aqui no blog.

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Nós, que sofremos com alguma alergia alimentar, sabemos o quão difícil e duro é cortar algum alimento pra sempre da dieta. E das poucas opções que existem, ou são muito calóricas e cheios de porcarias ou não são agradáveis na textura e paladar. É fato que muitas pessoas (celíacas ou não) reclamam da modinha dos produtos glúten free. Eu vejo algo positivo aí, talvez isso colaborou para que hoje tenhamos um leque maior de produtos a escolher. Além disso, esse boom que temos visto por aí sobre consciência alimentar, tem feito as empresas se empenhado mais para oferecer algo que seja de qualidade, mais saudável e saboroso.
A gente sempre defendeu a comida de verdade (essa não tem erro!), mas vivemos em tempos que, a não ser que vivamos na fazenda ou meio do mato, a correria do dia a dia, falta de tempo ou algum imprevisto, nos faz lançar mão de um plano B e partir para a praticidade.

Minha Opinião sobre os cookies

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Embalagens muito bonitas, claras e informativas. Mas e o rótulo?

A embalagem dos biscoitos são bonitas, bem feitas e chamam atenção pela lista de ingredientes na parte dianteira. Mas, como de costume, já caí de olho nos rótulos. hahaha

Os produtos em sua maioria são feitos com farinha de castanha de caju (ou farinha de arroz) e adoçados com açúcar demerara. Gostei bastante de ter como base de todos os biscoitos, farinha de uma oleaginosa, fonte de gordura boa. A de arroz é interessante, mas além de branca, é menos nutritiva. O cookie de amendoim é o que ganha na lista de ingredientes, por conter somente amendoim, açúcar demerara, ovos e fermento químico. Outro fator que me chamou atenção foi a data de validade de 10 meses. Eu torço o nariz com datas de validade muito longas (acima de 1 ano) e para um produto industrializado, achei excelente.

E o gosto?

Bom…gosto é algo muito pessoal e por isso usei meu marido de cobaia (na verdade ele já foi cobaia sem saber, pois comeu a maioria antes de mim kkkkk).

O meu preferido da vida foi o de amendoim (sério, bateu uma tristeeeeeeza quando acabou!). E sim, fiz uma peripécia e cheguei a esfarelar o cookie na banana amarrasa. Ficou mara!
Outro que adorei foi o de castanha de caju com limão siciliano. O gosto do limão é bem marcante e adoçado no ponto certo – rolou um fight com o marido que comeu esse numa tacada. 🙁 hahahahaha
A versão kids tem gosto de baunilha e é muito saboroso. Os cookies são moldados com formato de bichinhos.

Não vou descrever todos os cookies pra não ficar extenso demais (são oito). Mas ainda tem os sabores: baunilha com chocolate (com café preto fica perfeito), café (descafeinado), coco, banana passa e cranberries. Na verdade, nem eu e nem o marido gostamos do cookie de cranberries.

Vale a pena?

Com certeza! Para ser sincera, de todos os biscoitos sem glúten que já experimentei, os da Leben Glúten-Free ganham em disparada no quesito sabor, textura, crocância e principalmente ingredientes utilizados. Não estou elogiando porque ganhei da marca, mas porque realmente provei um produto gostoso e que posso consumir com segurança.

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As oito embalagens. Abaixo: ingredientes do cookie de amendoim e data de validade (10 meses).

Quem está em um processo de emagrecimento, precisa se segurar um pouco nas porções por causa da quantidade de carboidratos – entre 15,7g e 18,4g na porção de 30g (3 unidades). Eu estou e mesmo assim, achei uma boa opção de pré-treino e uma mão na roda pra comer na rua (coloquei num potinho e fui consumindo aos pouquinhos, durou um bom tempo). Já meu marido detonou uma caixinha em dois tempos. hahahhahahahahha

Você pode encontrar os cookies da Leben Glúten Free em empórios de produtos naturais (preço de R$ 12 aproximadamente). Para mais informações sobre pontos de venda na sua cidade, visite o site oficial.

erica

36 anos, de São Paulo, gestora de moda. Filha de pai japonês e mãe nordestina (Pi), é paulistana de nascença, mas já morou em Manaus,...

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