Saí de férias e fiquei um mês inteirinho sem fazer musculação. Andei muito na viagem, mas pegar peso, agachar, pular e tudo mais ficou fora do meu dia-a-dia. Como falei na semana passada, retomei a matrícula na academia e olha, sofri com as dores no corpo por esses dias. Eu sempre tenho dores após voltar a me exercitar depois de um tempo sem me mexer ou quando mudo totalmente o treino de musculação, já estou até acostumada. Haha. Mesmo assim, resolvi pesquisar um pouco mais sobre essas dores e ver se encontrava algumas dicas para amenizá-las (ninguém merece passar dias tendo que sofrer para sentar e levantar, né? Haha).

gif-everything-hurts

A primeira coisa que precisamos entender é que há três tipos de dores:
– A que sentimos enquanto estamos nos exercitando ou logo após, causada pelo acúmulo do ácido lático durante o exercício e que é metabolizada pelo organizado em poucas horas depois;
– A que sentimos em até um ou dois dias após o exercício, chamada de Dor Muscular de Início Tardio, causada pelos microtraumas musculares gerados durante o exercício. A dor vem porque essas lesões entram em um processo inflamatório que dura pouco tempo e, assim que o músculo se regenera, fica mais forte e resistente (por isso as dores diminuem conforme você evolui no seu treino). O comum é que o pico de dor dure de 24 a 48h, diminuindo gradativamente;
– A que sentimos durante e/ou logo depois do exercício, que impede a realização de algum movimento e que demora a passar ou não passa. Cuidado! Você pode ter se lesionado de forma mais grave e está achando que é só a dor comum pós treino. Nesse caso é bom procurar um médico.

E aí, de que tipo é a sua dor?

E aí, de que tipo é a sua dor?
Imagem: Corredora segurando a perna machucada, por Shutterstock.

Pensando nas dores musculares de início tardio, a regra de ouro é descansar. Você tem que dar tempo para que seus músculos se recomponham de maneira correta e saudável, então nada de cair no mito de que se exercitar por cima faz a dor passar mais rápido. Caso você queira exercitar o mesmo grupo muscular que está doendo, deve fazer de forma bem leve. Por exemplo: se a dor é nas pernas porque você correu muito no dia anterior, deve apenas caminhar levemente. Nada de exagerar, hein!

Aloooooooonga, fia!

Aloooooooonga, fia!
Imagem: Mulher jovem praticando yoga fora de casa, por Shutterstock.

Como a dor passará assim que seu corpo se recuperar, não tem muito o que fazer. Mesmo assim, sempre tem uma coisa ou outra para ajudar a diminuir o desconforto:
Alongue! O alongamento é bom em qualquer situação e, apesar da dor que você provavelmente vá sentir ao realizá-lo nessa hora, vai ajudar bastante;
– Você pode fazer compressas de gelo na área mais dolorida ou tomar banhos gelados, já que isso ajuda no processo anti-inflamatório;
– Cansou do gelo? Dê um tempinho e faça uma compressa ou tome um banho quente. Isso ajudará a aumentar o fluxo sanguíneo que, por consequência, ajuda na recuperação muscular;
Massageie o músculo. Isso sempre ajuda a dar uma sensação de que o músculo está mais “molinho” e é bem gostoso;
– Tem alguma roupa de compressão? Use-a. Muita gente usa roupas de compressão apenas durante os exercícios, mas também é bom usá-la no pós, já que a compressão ajuda no fluxo sanguíneo;
Cuide da alimentação. Muitos especialistas indicam que você priorize a ingestão de proteínas;
Em último caso, apele para os remédios. Você deve consultar um médico para tomar anti-inflamatório, hein. Nada de sair tomando remédio por conta própria. Também há opções de géis, pomadas e sprays que aliviam temporariamente a dor.

Agora é esperar a dor passar para voltar aos exercícios. A gente reclama da dor mas não vê a hora dela acabar pra voltar pra academia. Haha. X)

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

>> Veja mais posts dessa autora

Ontem estava escrevendo um post sobre roupas até que recebi mensagens de uma prima. Ela me contou toda animada que tomou a decisão de mudar de rumo, que desde o dia 1º de Janeiro havia largado as porcarias, que ia se matricular na academia, mas estava perdida e queria minha ajuda.

vida-saudavel-escolhas

Êta dúvida, hein mana!? O que comer? Qual atividade física escolher? Afinal, são taaaantas opções! Imagem:
Mulher sorrindo e pensando em sua escolha de atividade esportiva. Ícones esportivos desenhados na parede de concreto, by Shutterstock

* Uma pequena observação: preciso dizer o quanto fiquei feliz? hahahahah É a segunda prima que veio falar comigo nessa semana e se tem algo que me deixa mais feliz é saber que contam comigo nesse sentido. Ainda mais pessoas queridas! 

Para você ter uma idéia, essa minha prima (ok, prometi que não ia falar seu nome! 🙊) começou a fazer faculdade e passou a ter uma alimentação péssima, jantava junk food várias vezes por semana e tomava refrigerante no café da manhã. Sem contar que nunca foi à uma academia na vida.
Foi aí que decidi deixar meu post sobre roupas para outra semana e escrever esse especialmente para as iniciantes.
E aí, decidiu mudar de vida, cuidar da saúde e está perdida? Vem comigo que te dou uma mãozinha! 🙂

Simples, comece do começo

O primeiro passo é tomar a decisão de mudar.

escolha-mudar-sair-zona-conforto

Chegou o momento de mudar, sair da zona de conforto! Imagem:
Menina de mochila olhando mapa, by Shutterstock

O passo seguinte é sair do ponto de decisão e dos blablablas, ou seja, deixar a teoria e partir para a prática. Até porque mudar a maioria das pessoas querem, mas agir que é bom…nada.
Se não fosse tão comum, nem existiria aquela piadinha de sempre: entra ano, sai ano e aquela antiga resolução, que já virou uma bola de neve, sendo transferida para o ano seguinte.
O processo para largar um hábito ruim não é tão ‘melzinho na chupeta’. O nome disso é sair da zona de conforto e se fosse fácil, não haveriam tantas desistências. Mas, para não o assunto não ficar longo demais aqui, sugiro a leitura desse post.

Procure um nutricionista

nutri-post-escolha-saudavel

Nutricionistas são os maiores aliados na hora de escolher os melhores alimentos de acordo com o objetivo de cada um. 😉 Imagem:
Nutricionista segurando com uma forquilha alimentos frescos como tomate, pimentão e pepino. Dieta e emagrecimento. Alimentação saudável, by Shutterstock

Talvez você, assim como minha prima, já largou as porcarias e começou a emagrecer, o que chamamos de atitude emergencial.
Mas não é só fazer dieta e está tudo certo? SIM e NÃO. Explico abaixo:

  • SIM, porque se já tomou a decisão de mudar os hábitos alimentares é bom fazê-lo logo (pra ontem!), antes que pinte mais um desânimo e corra o risco de abortar a missão.
  • NÃO, porque vai chegar um momento em que você não saberá mais para onde ir. É aí que entra o (a) nutricionista! É pra ele (a) que você vai contar como é sua rotina. É ele (a) que vai montar uma dieta de acordo com seus objetivos e vai fazer todos os cálculos de medidas e alimentos, inclusive te orientar sobre o que comer antes e depois do exercício. Lembre-se que você é um ser humano único e nada se compara a algo feito sob medida para você! 😉

Até o dia da minha consulta o que eu vou comer? Na dúvida, faça a ‘dieta da feira’, coma comida de verdade: arroz, feijão, frutas, legumes, vegetais. Prefira os grãos integrais aos refinados. Substitua os temperos prontos por temperos naturais: alho, cúrcuma, pimenta, orégano, cebola, gengibre, hortelã, manjericão, cheiro verde…são tantos! Opte por fazer alimentos cozidos no vapor ou grelhados. Evite preparar alimentos com óleos vegetais (soja, milho, canola – que aliás, é uma “planta” que que não existe) e se possível substitua por óleo de coco, azeite, gordura animal, como banha (sim, aquela que sua avó usava) e manteiga. Às vezes faço ovo e carne só com água e fica superbom. Entende? Abuse das especiarias e temperos naturais! Comida de verdade, sem frescura. Seu bolso e sua saúde agradecem.

tabela-nutricional-alimentos

Aprenda a ler rótulos, assim você não corre o risco de cair na pegadinha da embalagem. Imagem:
Mulher no supermercado lendo informação nutricional e comparando dois produtos, by Shutterstock

Se for comprar industrializados, procure desprender-se da embalagem e aprenda a ler rótulos – a regra é: o que está em primeiro é o ingrediente mais abundante. Se tiver nomes estranhos, como: glutamato monossódico, gordura vegetal hidrogenada (trans), açúcares (que também são nomeados como maltodextrina, dextrose, sacarose, glucose, glicose, xarope de milho, frutose…), aditivos químicos e conservantes, evite. Não é porque está à venda como produto alimentício que podemos comer sem preocupação. Existem pegadinhas e nunca despreze as porções informadas. “A diferença entre remédio e veneno está na dosagem.” (Paracelso) 😉

Faça um check-up

check-up-atividade-fisica

Aproveite a oportinidade para ver como está sua saúde. Imagem:
Coração vermelho e um estetoscópio, by Shutterstock

Antes de começar qualquer atividade física, verifique se está tudo ok contigo. É o momento de tirar a prova dos 9 (olha eu entregando a idade rs) e ver como você está de saúde, se existe alguma alteração nos exames, como está o coração para praticar atividade física e por aí vai.

Descobri uma Esteatose Hepática Grau 3 (uma doença silenciosa) em exames de rotina e por isso tive que fazer uma dieta hiper restritiva. Imagina se não tivesse descoberto e isso evoluísse para uma cirrose não alcoólica?

Aproveite que está começando e faça direitinho. É uma oportunidade pra ver se precisa tratar algo, se existe alguma intolerância alimentar e tirar a dúvida se pode ou não fazer a atividade física escolhida (algumas exigem mais do sistema cardiovascular e articulações).
Inclusive assessorias esportivas, personal trainer e academias mais sérias te pedem exame médico no ato da matrícula. #ficaadica

Na parte 2 falarei sobre como escolher uma atividade física pra chamar de sua. 😉

erica

36 anos, de São Paulo, gestora de moda. Filha de pai japonês e mãe nordestina (Pi), é paulistana de nascença, mas já morou em Manaus,...

>> Veja mais posts dessa autora

Semana passada comentei no nosso Instagram que nas férias de verão a brincadeira favorita minha e das minhas meninas é ir para a piscina, mas a piscina é muito perigosa para as crianças e exige atenção redobrada. Rafaela tem 3 anos e já levamos 2 sustos com ela, então resolvi reunir umas dicas aqui sobre os principais cuidados com as crianças na água.

Ao contrário do que se pensa ou do que é visto na mídia comum, casos de afogamento com crianças não são casos raros. No Brasil, segundo Ministério da Saúde, em 2005, 1.496 crianças de até 14 anos morreram vítimas de afogamentos sendo a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos. Gostaria de ressaltar que o risco de afogamento vai além da piscina, do mar e do Rio, ele também pode ocorrer dentro de casa em baldes, banheiras e poços.

Um estudo recentemente divulgado por pesquisadores do Griffith Institute for Educational Research, na Austrália, aponta que quanto mais cedo a criança aprende a nadar melhor é o seu desenvolvimento intelectual. Mas eu vou além do desenvolvimento intelectual, eu penso na segurança. Então, quanto mais cedo a criança aprender a nadar, menores são os riscos de afogamento. Eu não acredito que uma criança de 3/4 anos que nada, e nada bem, está livre do risco de afogamento. Isso porque uma criança muito pequena não tem maturidade para se salvar em casos extremos como: uma criança que pule em cima dela, que agarre o seu pescoço e por aí vai. E no caso de bebês, um recipiente com 3cm a 5 cm de profundidade já significa risco de afogamento. Então, mesmo que seu filho pequeno seja o campeão de natação, mantenha os olhos nele enquanto ele estiver na água.

Regra número 1: supervisão sempre! Nada de deixar a criança sozinha na piscina e ir ao banheiro, levantar para comprar uma água ou ficar de costas para ela. Precisamos sempre lembrar que ela está muito vulnerável ali e que precisamos ficar de olho sempre.

Cautela no uso de bóias! A criança para ficar sozinha na piscina apenas com a bóia de braço deve ter muita desenvoltura no uso desse tipo de acessório, pois há o risco da criança desequilibrar e ficar com o rosto água. Lembrando que não existe regras de idade para a maturidade da criança, uma criança de 3 anos pode ser mais matura que uma de 5 anos na hora de brincar na água, isso sempre vai depender da quantidade de estímulo que aquela criança recebe. As bóias de braço devem estar bem cheias e fechadas adequadamente, revise antes de colocar no braço da criança. É muito comum encontrar bóias de braço que já começaram a rasgar, mas os pais continuam usando. Pare agora mesmo! Essa bóia que já começou a rasgar pode acabar rasgando de vez dentro da água com a criança a usando. Use sempre bóias em ótimo estado de conservação.

Bebês devem sempre ter os pais por perto na água, mesmo que seja uma piscina rasa ou um espelho d’água. Os pais devem estar muito próximos, pois se a criança desequilibrar e cair, terá alguém para ajudá-la rapidamente. As crianças maiores que possuem bastante desenvoltura na água, podem ser supervisionadas de longe. No mar, o negócio é diferente. Se for um mar com ondas um pouco mais forte, eu não deixo Rafaela nem de bóia na beirada sozinha. Se for um mar mais calmo, na beiradinha está liberado desde que estejamos próximos a ela. Na piscina do condomínio tem um espelho d’água e eu acho mais fácil ficar com a Rebeca nele do que na piscina infantil. Ela fica ali brincando e eu posso ficar sentada ou em pé ao lado dela conferindo se está tudo ok. Ela já escorregou (em pé ou engatinhando) e caiu na água várias vezes, como eu sempre estava próxima não tivemos grandes problemas.

Rafaela com 1 ano e meio fugindo da onda

Cuidado com a sucção de cabelos e partes do corpo. Todo verão rola reportagem no Fantástico sobre algum acidente em que a criança ficou presa no ralo de sucção da piscina. Como eu sou maluca por água, desde sempre prestei atenção nisso e quando nos mudamos para cá, a primeira coisa que pedi para o maridôncio verificar é se aqui as piscinas possuem o ralo anti-sucção. Aqui possui. E aí na piscina do seu prédio, no prédio da avó ou na casa da madrinha, possui? Aproveite e já verifique essa informação. Se não possuir, ensine a criança a ficar sempre longe do ralo e mantenha o cabelo dela sempre preço em coque, assim diminui o risco de sucção.

Cuidado com piscinas lotadas! Quando a piscina está cheia de gente cuidar de uma criança estando do lado de fora da piscina requer atenção dobrada. Fica mais difícil localizar a criança no meio de um monte de gente e o risco de ter um afogamento causado por um terceiro, é ainda maior. Nada de deixar a criança fazer brincadeira de agarrar pescoço, principalmente com outra criança. A regra aqui em casa com a Rafa, seja no mar ou na piscina, é que ela não pode segurar no pescoço da mamãe. Eu a seguro de uma forma que transmita segurança para ela e assim não corre o risco dela ficar com medo e acabar me sufocando e me deixando sem ação na água.

Está em uma casa que tem piscina? Atenção redobrada! Lá no sítio da tia do Re e da cozinha e churrasqueira dela não tem visão para a piscina. Certo dia saímos da água para almoçar, estávamos apenas nós, os tios do Re e acho que meu cunhando e a esposa dele. Almoçamos e de repente notei que a Rafaela não estava na mesa com a gente. Levantei e batata! Ela estava dentro da água. A sorte é que a ele tem um degrau na piscina e a Rafaela tem o hábito de brincar nele, ela entrou na piscina e ficou ali no degrau brincando. Foi tão silenciosa que ninguém ouviu o barulho da água. Outra vez, a Rafa tinha 1 ano e meio, estávamos em João Pessoa e meus pais tinham alugado uma casa com piscina, a entrada da sala era muito perto da piscina, quando vi aquilo já imaginei a tragédia. Numa bela manhã, Rafaela andando pra lá e pra cá no meio da gente, ploft! Caiu na água. Como eu estava muito perto, já entrei e peguei pelo braço. Ela só chorou por conta do susto da água gelada porque eu fui bem rápida, agora imagina se ela está ali sozinha.

Crianças na água e adultos nos celulares. Combinação perigosa. No verão passado eu estava com Rebeca recém-nascida em casa e maridôncio e Rafa estavam de férias. Ele que levava ela na piscina. Um belo dia ele sobe me conta o ocorrido: Rafaela brincando na beira da piscina, tinha tirado a bóia para comer, ele abaixou o olho para ver o celular e quando levantou o olhar: cadê a Rafa? Ela tinha acabado de cair na água, ele a tirou pelo cabelo. E olha, depois disso, ela ficou com um medão da água e só conseguimos tirar o trauma com muita aula de natação ao longo do ano.

E como eu faço para cuidar de 2 crianças na piscina? A Rafa só fica sem bóia se o pai está comigo na piscina, caso contrário, a primeira coisa que faço ao chegar na piscina é colocar a bóia nela. E se estivermos em alguma casa com piscina e que esteja rolando um churrasco ou festa, mesmo que o pai esteja junto, a regra é só com bóia.

Quando eu estou sozinha com as duas na piscina do prédio, a Rafa fica de bóia e super livre para transitar entre as 3 piscinas. Quando a piscina está mais cheia eu redobro a atenção, mas nesses casos ela costuma ficar sempre brincando na água com as meninas de 12/13 anos. Enquanto a Rafa pinta e borda eu fico com a Rebeca no espelho d’água ou fora da piscina. Se eu preciso sair da área da piscina por alguma razão, as 2 vão comigo. Só deixei a Rafa uma vez aos cuidados de outra mãe e fiz isso porque a piscina estava muito vazia e essa mãe se ofereceu. Aqui a piscina tem borda infinita e se a Rafaela resolve chegar perto da borda sem o pai eu tenho mini ataques do lado de fora e fico feito uma maluca gritando o nome dela. Geralmente um adulto que está mais próximo tira ela de lá. Eventualmente eu bebo quando a Rafa está na piscina, mas sempre com moderação.

Espero ter ajudado vocês com essas dicas. E São Pedro, faz favor de devolver o sol pra gente poder voltar para a piscina 😉

 

juliana

35 anos, Paulistana de coração há 14 anos. Analista Financeiro, mãe de 2 lindezas. Já treinou Vôlei, Tae Kwon Do, tentou natação, judô, tem a...

>> Veja mais posts dessa autora

Ahhhh, os lançamentos. Por aqui a gente fica com os olhos brilhando a cada novidade que sai, chega a dar palpitação quando vemos algumas coisas. Hahaha. Aposto que com vocês é assim também, né? Então, de tempos em tempos, vamos sempre mostrar para vocês as novidades que as marcas que gostamos lançam. Vai que alguma delas coloca no mercado justamente o que você estava precisando ou querendo, né? Simbora ajudar quem procurava e nunca achava. 😉

Nike: a linha Nike Tights

nike-tights-jan16

Nessa nova coleção de calças, a Nike traz produtos específicos para a necessidade de cada tipo de atleta. Com modelos que suportam mobilidades específicas, ajudam a regular a temperatura corporal e controlam a umidade durante os exercícios, homens e mulheres podem treinar mais confortavelmente. São três modelos:
– 01 – Nike Zoned Sculp Tight: um modelo desenvolvido para o público feminino, que oferece mais ajuste ao corpo e conforto durante os movimentos, com uma sensação de controle fluida.  É feito em tecido Dri-FIT, com compressão para os músculos centrais, quadríceps e glúteos. O tecido é respirável e a fabricação é sem costuras, com cintura alta para maior suporte.
– 02 – Nike Power Speed Tight: um modelo para homens e mulheres correrem com maior sensação de conforto e estabilidade. Tem corte estreito para potencializar a compressão no quadril, coxa, panturrilha e tendão de Aquiles, aumentando o controle muscular. O tecido é Dri-FIT leve, mas com alto teor de elastano. Tem bolso e detalhes reflexivos.
– 03 – Nike Pro Hypercool Max Tight: o modelo masculino da linha usou como inspiração o atleta LeBron James. Tem compressão do tornozelo ao quadrilgerencia o calor corporal combinando ventilação zoneada e material reflexivo (uma fina película de polímero metalizado para bloquear a luz UV e o calor infravermelho) desenvolvido com inspiração nos guarda-sóis de para-brisa refletivos, que ajudam a refrescar os interiores de automóveis.

Fila: a linha de tênis Energized

A Fila chega com uma nova linha de tênis para corrida, com novas versões de modelos já conhecidos dos corredores. São quatro modelos de tênis, para quatro perfis diferentes de corredores. Todos os modelos tem a tecnologia Energized Ribbons®, um sistema de amortecimento biomecânico exclusivo da marca, com unidades independentes para absorção do impacto. Como já ocorreu em versões anteriores dos modelos, os atletas que testaram eles durante o processo de desenvolvimento foram todos do FILA Kenya Running Team.

fila-energized-kr3

Energized Kenya Racer 3: a terceira geração do modelo usado pela vencedor da Meia Maratona Internacional do RJ em 2015 é para corredores que buscam performance, leveza e amortecimento. Tem 70g a menos que a versão anterior, o que é muita coisa, né? O cabedal também foi totalmente reformulado, totalmente sem costuras. Indicado para quem tem pisada neutra, tem drop de 8 mm. e pesa aproximadamente 176g.

fila-zimwi-jan16

– Energized Fila Zimwi®: modelo que preza pelo conforto e amortecimento. O cabedal é super-respirável, sem costura. Tem tecido refletivo na parte traseira, para os corredores noturnos. Indicado para quem tem pisada neutra, tem drop de 10 mm. e pesa aproximadamente 345g.

fila-kasi-jan16

Energized Kasitênis desenvolvido para proporcionar mais rapidez tanto para corredores de calcanhar quanto para os de meio pé. O cabedal é de nylon super-respirável e o solado tem uma peça única de Energized Ribbons aplicada, para estimular a transição rápida. Indicado para quem tem pisada neutra, tem drop de 10 mm. e pesa aproximadamente 317g.

fila-masai-=jan16

– Energized Masai®: não tem costuras no cabedal e é aerodinâmico. Tem amortecimento especial no retropé. Indicado para quem tem pisada neutra, tem drop de 10 mm. e pesa aproximadamente 305g.

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

>> Veja mais posts dessa autora

Hoje é meu primeiro dia útil do ano e já estou saindo para me inscrever novamente na academia. Meu plano venceu no final de dezembro e eu ainda não tinha renovado, então andei pensando se trocava de academia ou não. Acabei optando por continuar na mesma, já que adoro tudo por lá e ainda tenho companhia do noivo para malhar, mas resolvi fazer uma listinha de coisas que devemos levar em consideração ao escolher uma academia e, muitas vezes, nem pensamos ao nos matricularmos. Espero que ajude você a escolher a academia certa e que não falte vontade de sair de casa para malhar. 😉

Localização

Dando uma escapadinha na hora do almoço pra malhar. É isso aí, colega! Imagem: Fitness woman go to gym for training, by Shutterstock.

Dando uma escapadinha na hora do almoço pra malhar. É isso aí, colega!
Imagem: Fitness woman go to gym for training, by Shutterstock.

Tá aí uma das coisas mais importantes ao escolher uma academia onde você consiga ir praticamente todo dia. A primeira coisa que você deve pensar é em qual horário pretende ir à academia e como você vai inserir esse hábito na sua rotina.

Você prefere tomar banho e se trocar em casa? Então escolha uma academia bem pertinho, para que você possa ir à pé e não tenha que se preocupar com trânsito ou estacionamento. De manhã você provavelmente terá o tempo contado para se exercitar e à noite você já estará um pouco cansada e com vontade de ir para casa descansar. Melhor não dar mole e se “blindar” da auto sabotagem e das desculpas de “ah, fiquei com preguiça de pegar o carro” ou “acordei 15 minutos atrasada, não dava tempo”. A mesma coisa vale caso você queira ir à academia no seu horário de almoço. Quanto menos tempo você perder para ir e voltar, melhor. Sobra mais tempo para se exercitar com calma. 😉

Escolher uma academia no meio do caminho entre a casa e o trabalho também pode ser uma opção, ainda mais se você mora longe do trabalho. Há alguns anos eu morava em Santo André e trabalhava em São Paulo, então aproveitava que o ônibus fretado chegava muito cedo no bairro onde trabalhava e ia para a academia. Dava tempo de fazer musculação, tomar banho e fazer um lanche tranquilamente antes de ir para o trabalho e muito MUITO minha disposição ao longo do dia. Ficava até triste quando perdia a hora e não conseguia pegar o fretado.

O que a academia oferece X seu estilo de malhação

Tem academia de tudo quanto é tipo e estilo, então antes de começar a pesquisar todas as que existem e ficar perdida no meio de tanta informação, defina o que você quer e gosta de fazer. Prefere só fazer musculação, sem nenhuma aula aeróbica? Acha musculação um saco e prefere ter companhia em aulas? É doida por esportes aquáticos? Fica entediada rapidamente caso tenha que fazer sempre o mesmo tipo de treino e aula? Respondido isso, você já tem meio caminho andado para acertar na escolha.

Preste muita atenção à tudo o que a mensalidade da academia te permite. Não necessariamente todos os pacotes oferecidos por uma academia com piscina incluem esportes aquáticos, por exemplo. Também é bom sempre perguntar se o seu plano permite que você frequente outras unidades da academia, caso elas existam. Vai que um dia você viaja e não quer pular treino? Isso pode ser muito útil para quem se desloca muito no dia-a-dia.

Uma opção cada vez mais comum em academias é o acompanhamento por um personal trainer do próprio staff da empresa. Na academia que frequento, por exemplo, todos os alunos tem acompanhamento e instruções dadas pelos professores, mas há a opção de que um professor seja designado para te acompanhar durante todo seu treino, com toda a atenção só para você, o tempo todo. Claro que isso geralmente é pago separadamente, mas é bom saber que essa opção existe. Caso você já tenha um personal trainer e quer que ele te acompanhe na academia, cheque se a academia permite a entrada de um profissional de fora.

Quem frequenta

Aqui entra a dica da tímida: vá conhecer a academia no dia e horário em que você sabe que a frequentará. Assim você consegue ver se vai malhar em meio à turma marombeira, entre as senhorinhas ou entre a galera que está apressada para ir ao trabalho. Isso com certeza faz muita diferença, pelo menos pra mim.

A gente acaba reparando nas pessoas que estão no mesmo ambiente que a gente, não tem gente. E, claro, sabemos muito bem que as outras pessoas também vão reparar, mesmo que não seja por mal. Então é bom que você malhe em um ambiente que não te deixe constrangida por motivo algum. Também é legal saber se vai ter gente puxando papo o tempo todo (eu ODEEEEIO isso, sou mega anti-social na academia. Haha), se o pessoal vai muito produzido, se você vai ter que revezar muito aparelho durante o treino… essas são coisas que você consegue perceber um pouco fazendo uma visita e pedindo para o atendente te deixar dar uma volta sozinha pela academia. Não tenha vergonha de fazer isso, é um fator muito importante para que você realmente frequente e goste de estar ali. 😉

Companhia

Você e a amiga só nas selfies no meio da malhação. Quem nunca? X) Imagem: Sporty girlfriends taking phone selfie during a break at run training in urban area by Shutterstock.

Você e a amiga só nas selfies no meio da malhação. Quem nunca? X)
Imagem: Sporty girlfriends taking phone selfie during a break at run training in urban area, by Shutterstock.

Sua mãe está mega animada com as aulas, sua melhor amiga malha em uma academia que bomba e é a maior diversão, seu marido já tem a turma da academia e você adora todo mundo… sim, isso conta. Ter uma companhia para se exercitar é sempre muito bom e ajuda muito na hora de sair do sofá. Caso você goste de ter alguém para compartilhar as experiências, vale a pena sim fazer um esforcinho e se matricular na mesma academia que alguém que você gosta frequenta. Mas ó: não use essa desculpa como muleta, hein? Nada de falar que só não começou a academia ainda porque onde Fulana frequenta é um pouco fora do seu caminho ou algo do tipo. Se for fazer isso, esquece a companhia e se joga sozinha em alguma academia que seja melhor para você.

Valor

Não vai adiantar nada você escolher uma academia baratinha com foco em musculação e ficar entediada já no segundo mês. Também não vale muito a pena pagar por uma academia cheia de aulas diferentes e não fazer nenhuma delas. Por isso, eu digo: não escolha a academia somente pelo valor dela. O barato pode sair caro caso você fique pagando e não vá. É sério.

Depois de pensar sobre todos os pontos acima, escolha a academia que melhor se encaixa no seu perfil e no seu bolso. A parte financeira é muito importante, mas não se guie apenas por ela.

ana

32 anos, do ABC Paulista, diretora de arte. Já nadou, jogou futebol, correu, praticou musculação... Mantém a disposição se alimentando bem e se mexendo regularmente.

>> Veja mais posts dessa autora

Oi, meu nome é Juliana Ferrer e eu AMO um post no maior estilo diarinho, hihihihi. Então meu primeiro post de 2016 será do jeitinho que eu gosto <3

Quem acompanha o Acordei Disposta no Instagram desde o início viu o quanto eu estava focada na malhação no fim do ano, treino frequente e forte. Aí levei uma trollada da vida no finzinho de 2015 que me deixou no mundo da lua e que me fez esquecer totalmente o meu foco. E eu me permiti, sabe? Eu precisava ficar no mundo da lua, ficar sem pensar em treino, deixar meus planos temporariamente “congelados”. Mas é aquele negócio, enquanto a gente se permite por um lado, no outro lado vai juntando forças para aquela hora que precisaremos voltar ao mundo real. E assim eu fiz, ou melhor, tentei fazer.

Eu já tinha me dado uma meta: quando as festas de fim de ano chegassem ao fim, eu iria voltar com tudo para a malhação. Tudo lindo e maravilhoso até que no último domingo fui parar no Hospital com um torcicolo tão forte, que me arrancou lágrimas. Lá no P.S. tomei um remédio na veia dos céus que fez a minha cabeça começar a se mexer, mas que me fez passar mal do estômago o resto do dia. A dor no pescoço melhorou bem ao longo da semana, mas como não sumiu eu achei melhor não fazer nenhum tipo de treino para não forçar mais o negócio piorar de novo.

Coquetel para aguentar a dor

Coquetel para aguentar a dor

Como as meninas estão em casa, tenho queimado minhas calorias cuidando delas. Leva para o parquinho, piscina, anda a casa toda com a Rebeca segurando no meu dedinho e por aí vai. Já que não tem treino, não pode ter excesso de calorias, então estou fechando a boca. E enquanto o treino não rola, vou deixando tudo organizando para quando puder retomar a malhação já que agora o treino será com a duas lindezas já que a Rafa está de férias.

Mais alguém aí recebeu a visita do Murphy já na primeira semana do ano? Espero que não!

 

juliana

35 anos, Paulistana de coração há 14 anos. Analista Financeiro, mãe de 2 lindezas. Já treinou Vôlei, Tae Kwon Do, tentou natação, judô, tem a...

>> Veja mais posts dessa autora